domingo, 22 de junho de 2008

Prisioneiro de si mesmo!


Me sinto aprisionado, aprisionado dentro de mim mesmo.
Uma prisão repleta de solidão , se não fossem as dores por todo o corpo, as feridas expostas e o sentimento de completo abandono.

Toda história tem o seu começo e esta inicia-se com alguém encontrando a felicidade, um amor verdadeiro e puro, sem maldade, sem segundas intenções - a não ser na cama.
Mas tudo vem abaixo quando parece que o amor já não existe mais, quando aquela relação já não parece uma relação e sim uma"amolação".
Um demonstra seu amor e seus sentimentos sem ter medo, o fogo, a paixão, a excitação e tudo o mais que acompanha o conjunto de uma relação; enquanto outrem porém, já não demonstra o que sente; de seus lábios já não saem palavras que massageiam o ego da pessoa "supostamente" amada; seus abraços parecem apenas dois braços em volta de algo, sem sentimento, sem carinho; os beijos já não duram, pois são cortados; e tudo que o outro faz está errado...

Então surge a prisão que me aprisiona, como pode o amor ser algo tão maravilhoso e tão perigoso à ponto de nos prender???
Mas enquanto estiver nesta prisão aguardando meu julgamento, pensarei em meio a "visita" que espero se ainda há amor, se ainda há relação, se finalmente poderei ser livre e amar à quem sempre amei e ser amado da mesma forma.

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